“Não importa o quanto são bonitas as histórias de amor, o final sempre terá alguém que irá sofrer.”
Maybe this is love. 
“E só então percebi que estava diante de uma criatura cheia de delicadeza e carinho. Que se traia sem se dar conta. Ao mesmo tempo que se encolhia numa mistura de insensatez e incoerência. Uma verdadeira preciosidade. Uma joia, linda e espiritual. Talvez algum homem, uma coisa qualquer, um dia a destruísse para sempre. Fiquei torcendo para que não fosse eu.”
Bukowski sobre ”A mulher mais linda da cidade.”  
Sofro de ansiedade. Ainda não consegui entender que nada acontece de uma hora para outra.”
Marcello Henrique. 
“É estamos em guerra! Onde pessoas morrem, outras vivem. Um texto paradoxal você deve estar pensando, mas não, é apenas mais um texto formal onde o desespero toma conta em todos os ângulos, sangue tomam o lugar dos lindos mares e rios, pernas e braços mutilados estão no lugar das grandes montanhas de relevo, e para que isso tudo? O vitorioso, se parar para pensar não venceu a longa e dolorosa batalha, pois quantas pessoas morreram de ambas as partes para que ele vencesse, é mais a vida é uma guerra onde sempre há um perdedor, e sempre ha alguém que ficará por cima, mas não se esqueça que o mundo da voltas e tudo se move, eu tiro isso de mim próprio, ontem eu era um grande conde que mantava em tudo e em todos, hoje sou só mais um lixo preso nos grandes campos de concentração de Varsóvia.”
Conde de Varsóvia, 1920.  
“Ela se perdeu no abismo que é pensar e sentir.”
Autor Desconhecido. 
“Mas elas eram tudo aquilo que um dia sonhei em ser, cada uma de sua maneira, cada uma com seu pequeno gesto de confiança e desconfiança. Mas eram elas contra mim e eu contra o mundo. Não estava sozinha, de nenhum jeito na verdade, pelo menos era assim que eu gostava de me imaginar, as portas na verdade estavam trancadas, não para os outros, elas entravam e saiam na hora que quisessem, mas a porta estava trancada para mim, eu não conseguia sair daquilo, daquela pequena solidão. Os olhos se enchiam de lagrimas, queria confiar de que aquilo era o certo, de que o passado não fosse mais algo a temer e que ele logo passaria, e que elas um dia quem sabe me perdoariam. Era duas, uma melhor que outra, e eu era única e simples, alguém que havia acabado de se estabelecer naquela nova vida, naqueles sentimentos confusos e embaraços, naquela “impulsividão” dos acontecimentos e das novas experiências e por mais que eu quisesse me prender a uma deles, primeiro eu precisava encontrar o verdadeiro eu, para quem sabe depois de fato saber das duas quem era melhor pra mim.”
Relatos de uma louca apaixonada pela vida. Lucas Andrade.
“Ele era diferente sabe! Não um diferente ruim, mas também de um jeito complicado e misterioso de ser, mas não importava, contanto de que ele estivesse comigo já era o suficiente. Não éramos iguais, nem tínhamos as mesmas expectativas, éramos diferentes no modo de pensar, de agir, ele era meio a “mulher” da relação e eu fazia as honras sendo o “homem”, mas não era ruim, eu realmente gostava daquilo e gostava muito mais dele. Nossas conversar, risadas era algo que compensava todas as partes ruins daquele relacionamento a distancia, estávamos disposto a viver aquilo como se fosse tudo a primeira vez, o choro por alguns momentos me invadia, eu queria poder estar ao lado dele, abraçar, beijar e fazer tudo que namorados fazem, eu sentia saudades daquilo que nunca toquei, sentia saudades daquele que fui capaz de amar sem ao menos conhecer seu cheiro nem o gosto dos beijos, eu estava apaixonada por ele e isso no final era a única coisa que importava.”
E se ele a amava de verdade? Isso era algo que não chegariamos a saber de fato. Lucas Andrade.
“É assustador expor os seus sentimentos para as pessoas.”
O Diário de Katherine.  
“Ela olhou pro céu, cruzou os dedos, fechou os olhos, e mesmo sabendo que não iria funcionar, ela desejou você.”
Anônimo.
“Eu vejo você bebendo numa fonte com suas minúsculas mãos azuis, não, suas mãos não são minúsculas, elas são pequenas e a fonte é na França de onde você me escreveu aquela última carta, eu respondi e nunca mais obtive retorno. Você costumava escrever poemas insanos sobre anjos e deus, tudo em caixa alta, e você conhecia artistas famosos e muitos deles eram seus amantes, e eu escrevia de volta, está tudo bem, vá em frente, entre na vida deles, não sou ciumento porque nós nem nos conhecemos. Estivemos perto uma vez em New Orleans, metade de uma quadra, mas nunca nos encontramos, nunca um contato. Assim você seguiu com os famosos, escreveu sobre os famosos, e, claro, descobriu que os famosos estavam preocupados com a fama deles – não com a jovem e bela garota em suas camas, que lhes dava aquilo, e que acordava de manhã para escrever em caixa alta poemas sobre anjos e deus. Nós sabemos que Deus está morto, eles nos disseram, mas ao ouvi-la eu já não tinha certeza. Talvez fosse a caixa alta. Você era uma das melhores poetas e eu disse para os editores, “publiquem-na, publiquem-na, ela é louca mas é mágica. Não há mentira em seu fogo”. Eu te amei como um homem ama uma mulher que jamais tocou, para quem apenas escreveu, de quem manteve algumas fotografias. Eu poderia ter te amado mais se eu tivesse sentado numa pequena sala enrolando um cigarro e ouvindo você mijar no banheiro, mas isso não aconteceu. Suas cartas ficaram mais tristes. Seus amantes te traíram. Criança, escrevi de volta, todos os amantes traem. Isso não ajudou. Você disse que tinha um banco em que ia chorar e que ficava numa ponte e a ponte ficava sobre um rio e você sentava no seu banco de chorar todas as noites e descia o pranto pelos amantes que te machucaram e te esqueceram. Escrevi de volta mas não obtive qualquer retorno. Um amigo me escreveu contando do seu suicídio 3 ou 4 meses depois de consumado. Se eu tivesse te conhecido provavelmente teria sido injusto com você ou você comigo. Foi mesmo melhor assim.”
Charles Bukowski 
“Eu amo você oito dias por semana.”
The Beatles.   
“Vocês sabem, quando se passa muitas horas, muitos anos fingindo ser uma pessoa que não se é, bem, isso pode nos causar alguma coisa. Já é duro bastante tentar ser a gente mesmo. Pensem em tentar muito ser alguém que não se é. E depois ser outra pessoa que tampouco se é. E depois outra. A princípio, vocês sabem, pode ser emocionante. Mas depois de algum tempo, depois de a gente ser doze outras pessoas, talvez seja difícil lembrar quem é mesmo, especialmente se a gente teve de compor as próprias falas.”
Charles Bukowski
“Acho que vou sentir sua falta para sempre.”
Lana Del Rey. 
“Ela precisa de você. Então volte, perca a hora, entrelace os dedos e fique um pouco mais.”
Gabito Nunes.    
“Eu tô bem. As coisas nunca são como eu planejo, meus objetos nunca são atingidos, e minhas metas sempre se perdem no meio do caminho. Vou de mal a pior na escola, não sei lidar com pessoas, e a tristeza ta sempre por aqui. Mas, eu tô bem. Perdi as pessoas que eu mais queria por perto, afastei outras que me queriam, e não faço ideia do que eu vou fazer da vida. É, tô bem.”
Clara Nascif, Oposicoes. 

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